Resumo epidemiológico
Em 5 de agosto de 2026, Miami registra um risco epidêmico MÉDIO com pontuação de 34,62, a mais alta entre as sedes da Flórida, com seis patógenos monitorados. O principal sinal de doença é a influenza, com prevalência de síndrome gripal (SG) de 13,1% — uma taxa substancialmente elevada — gerando pontuação de vigilância ajustada de 47,1/100. A dengue é o segundo fator mais relevante (incidência de 0,529 por 100.000; pontuação ajustada de 70/100); o clima subtropical de Miami favorece populações endêmicas de Aedes aegypti, levantando a possibilidade de transmissão local além dos casos importados. As internações por COVID-19 estão em 1,18 por 100.000 (pontuação ajustada de 3,3/100). A coqueluche contribui com sinal moderado (incidência de 1,36 por 100.000; pontuação ajustada de 21,4/100). Sarampo (pontuação ajustada de 4,3/100) e mpox (pontuação ajustada de 7,4/100) são detectados em níveis baixos. A epidemiologia baseada em esgoto via rede ATCP-73RE está ativa para COVID-19 e influenza, sem sinais de alarme. A cobertura dos dados é de 94,3% (nível Alto), proporcionando alta confiabilidade. Miami deve receber aproximadamente 15.525 chegadas internacionais, com fator de amplificação de 1,05. As autoridades de saúde pública devem intensificar campanhas de vacinação contra influenza, emitir alertas de dengue para viajantes internacionais e garantir capacidade de diagnóstico rápido para doenças febris nas sedes do evento e nos pontos de entrada ao longo do torneio.
Modelo SCEME v3.1 · Atualizado em 5 de agosto de 2026